Segunda à Sexta / 08H45 – 12H20 – 17H30
Disco Radiografado
Os Unsafe Space Garden são daquelas bandas que se estranham mas rapidamente se entranham. O caleidoscópio sonoro e a exuberância visual são marcas identitárias de um colectivo que desde o início tentou ‘criar uma plataforma comunitária capaz de desfazer dificuldades de comunicação e igualar a experiência humana a um lugar compreensível e saudável’. E é nessa demanda que nos trazem ‘O Melhor e o Pior da Música Biológica’, mais um capítulo do já considerável percurso discográfico, e uma ode à vida e um disco que celebra o aqui e o agora.
O sexteto formado por Nuno Duarte, Alexandra Saldanha, Filipe Louro, José Vale, Diogo Costa e João Cardita oferece um manual de sobrevivência onde tons psicadélicos e prog convivem com a música tradicional portuguesa, criando uma sonoridade única.
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Uma dupla improvavel. Depois de uma residência artística intensa, os First Breath After Coma juntaram-se a Salvador Sobral, e durante duas semanas de criação intensa, partiram do zero para compor temas originais que deram forma a um concerto inédito e a um disco, “A Residência” que está em destaque no CD RUM desta semana.
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Ricardo Reis Soares, músico e compositor, começou o seu trajeto musical entre Braga, onde nasceu, e Lisboa, onde vive. Bem cedo começou por estudar piano, mas foi a guitarra que se foi tornando a principal cúmplice e confidente ouvinte das suas narrativas. Aprofundou a sua formação em jazz no Hot Clube de Portugal, experiência que veio influenciar a sua abordagem à composição. No passado dia 28 de novembro editou o seu primeiro EP “contra tempo”, um disco composto por seis canções originais escritas em português e que conta com a produção de Miguel Marôco.
Elisabete Apresentação
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Os Geese são uma banda de indie-rock formada em 2016 em Brooklyn, ainda estavam na escola a tocar na cave da casa de um deles. Getting Killed, o 4º álbum do grupo editado pela Partisan Records é meio que uma obra estranha, ambiciosa e única, capaz de traduzir o caos e a ansiedade da vida contemporânea. Um disco que trabalha muito bem a tensão entre ansiedade e celebração, entre espontaneidade e controlo, desafia as estruturas habituais da canção rock. A voz de Cameron Winter é intensa, profundamente expressiva, factor decisivo neste enlevo geral pelo novo disco da banda. O álbum marca a primeira gravação de estúdio após a saída do guitarrista fundador, Foster Hudson.
Por Sara Pereira.
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Ao quinto álbum, Marco Rodrigues apresenta o seu manifesto artístico mais completo até à data. Photonz, nome pelo qual é conhecido no meio, sempre foi um artista de espectro alargado, equilibrando-se com igual destreza entre diversas linguagens. Diria que, tal como outro Marco da música portuguesa, também ele tem mais que um amor — só que, se o Paulo tinha dois, o Rodrigues tem muitos mais.
House, electro, breakbeat, electrónica e até hip-hop são as suas principais paixões — e todas cabem em Sonhos Melhores. Paisagens sonoras carregadas de fuzz, por vezes mais concretas, outras mais abstractas, servem de base estética. Há guitarras ora distorcidas, ora dedilhadas, que nos apontam caminhos mais sujos ou mais sonhadores — de fazer corar muita banda de shoegaze.
Há também um par de canções mais pisteiras e outras que servem de fuga à padronização da criação artística. É um disco honesto, espontâneo, que nos mostra um Photonz em paz com a sua arte e com o seu interior.
Nuno Di Rosso
Tracklist indisponível.
