Segunda à Sexta / 08H45 – 12H20 – 17H30
Disco Radiografado
‘The Stone of Madness’, o sétimo longa-duração dos Birds Are Indie está em destaque esta semana no CD-RUM. De acordo com Ricardo Jerónimo, é um disco inseparável do anterior, ‘Ones & Zeros’, um marco no percurso do trio. Desde logo por se tratar de um disco conceptual, algo inédito no percurso da banda, mas também pela sonoridade e pelas temáticas abordadas. Um som mais ‘sujo’ e ‘visceral’, construído à base de drum machines, sintetizadores e guitarras eléctricas e banda-sonora de um cenário distópico e em convulsão. Esse filão continua a ser explorado mas, se em 2023, o foco era dado ao colectivo, este novo trabalho desloca-o para o interior, para o lado mais pessoal e singular de cada um e os seus mecanismos mentais.
Sérgio Xavier
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“My days of 58” de Bill Callahan reafirma a complexidade do cantautor que, ao expor-se sem filtros, transforma fragilidade em grandeza.
Abel Duarte
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Esta semana, o disco em destaque no CD RUM é o quinto álbum de Stephen Lee Bruner, nome de nascença de Thundercat.
O álbum chama-se Distracted e revela-se mais melódico e atmosférico do que os seus antecessores. Está repleto de participações especiais de largo espectro, destaque para a póstuma de Mac Miller ou as de Willow, Tame Impala, Beck Hansen e Channel Tres.
Depois de um hiato de seis anos entre álbuns, o baixista mais talentoso da sua geração — antigo parceiro de Kamasi Washington e que começou a carreira nos Suicidal Tendencies — apresenta um disco escorreito, em que as canções se fundem umas nas outras e trazem uma leve pitada de psicadelismo hipnotizante, talvez fruto do dedo de Greg Kurstin e Flying Lotus, que produzem Distracted a meias com o próprio Thundercat.
O disco tem edição da Brainfeeder e está à venda nas lojas que importam.
Para ouvir de segunda a sexta, às 08h45, 12h20 e 17h30.
Nuno Di Rosso
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Os Gorillaz lançaram no passado mês de fevereiro “The Mountain”, o nono álbum de estúdio, que junta uma coleção de 15 faixas inéditas com a colaboração de muitos artistas, entre os quais, Asha Puthli, Jalen N’Gonda, Black Thought, Sparks, Bizarrap, Idles, Johnny Marr dos The Smiths, Trueno, Omar Souleyman, Yasiin Bey, Asha Bhosle, Gruff Rhys e Paul Simonon. Inclui ainda a participação de artistas já falecidos como Dennis Hopper, Bobby Womack, David Jolicoeur dos De La Soul, Tony Allen, Proof e Mark E. Smith. O disco contém uma forte influência da cultura indiana. A arte da capa foi criada por Jamie Hewlett e retrata os quatro membros animados da banda – Murdoc, Noodle, Russel e 2D – numa série de ilustrações desenhadas à mão. Os Gorillaz passam dia 12 de Junho pelo Primavera Sound no Porto.
Para ouvir de segunda a sexta, às 08h45, 12h20 e 17h30.
Elisabete Apresentação
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“Dói-Dói Proibido”, o álbum de estreia de Femme Falafel, alter ego de Raquel Pimpão, é uma dança irreverente sobre as nossas dores mundanas. Lançado em outubro de 2025, reúne dez canções onde a artista transforma inquietações — da saúde mental às relações — em letras cheias de trocadilhos, analogias e um humor muito próprio. Com formação em jazz, cruza influências que vão do house ao hiphop, do disco à MPB. Entre as batidas e a escrita trágico-cómica, o disco constrói um retrato singular e honesto de quem tenta sobreviver ao século XXI.
Carolina Damas
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Em “Existence is Bliss”, os britânicos Deadletter expandem o universo apresentado em “Hysterical Strenght”, álbum de estreia editado em 2024. No geral, é uma experiência auditiva densa, complexa e profunda, no entanto desafiadora.
Abel Duarte
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Os Unsafe Space Garden são daquelas bandas que se estranham mas rapidamente se entranham. O caleidoscópio sonoro e a exuberância visual são marcas identitárias de um colectivo que desde o início tentou ‘criar uma plataforma comunitária capaz de desfazer dificuldades de comunicação e igualar a experiência humana a um lugar compreensível e saudável’. E é nessa demanda que nos trazem ‘O Melhor e o Pior da Música Biológica’, mais um capítulo do já considerável percurso discográfico, e uma ode à vida e um disco que celebra o aqui e o agora.
O sexteto formado por Nuno Duarte, Alexandra Saldanha, Filipe Louro, José Vale, Diogo Costa e João Cardita oferece um manual de sobrevivência onde tons psicadélicos e prog convivem com a música tradicional portuguesa, criando uma sonoridade única.
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Uma dupla improvavel. Depois de uma residência artística intensa, os First Breath After Coma juntaram-se a Salvador Sobral, e durante duas semanas de criação intensa, partiram do zero para compor temas originais que deram forma a um concerto inédito e a um disco, “A Residência” que está em destaque no CD RUM desta semana.
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