Segunda hasta pública sem propostas. Confiança vai ser discutida com UMinho

Propostas podiam ser entregues até ao final do dia de ontem. Não chegou nenhuma.

Pela segunda vez não surgiram interessados na compra da Fábrica Confiança à Câmara Municipal de Braga.

O prazo para entrega de cartas com propostas para a hasta pública para a antiga saboaria terminou ontem ao final do dia.

Em declarações à RUM, na manhã desta quarta-feira, Ricardo Rio explicou que “dentro do que estava estabelecido nas regras do concurso não houve nenhuma proposta. O concurso ficou deserto”.

O autarca voltou a sublinhar que a prioridade é “garantir o mais rápido possível a requalificação do edifício”. Insistindo que a CMB “não tem recursos para tudo” e que o edifício “não é uma prioridade para o município”, a alienação “era uma via”. 

Assumindo que o processo vai sofrer atrasos, Ricardo Rio explica que vai continuar as conversações com a UMinho. “Disponibilizar o edifício para que ali seja instalada uma residência universirária pública é, em certo sentido, uma maneira de concretizar esse objectivo e satisfazer uma outra necessidade que existe também na cidade, de mais acomodações para estudantes”, especificou.

Em declarações à RUM na manhã desta quarta-feira, o autarca explicou que vai disponibilizar o edifício e o terreno adjacente, cabendo a quem vai financiar a obra – o Governo – fazer um projecto igual ao que estava no PIP ou não. “A única condicionante é que o PIP já está aprovado. Qualquer outro projecto que ali seja desenvolvido terá sempre que ser sujeito a essa tramitação e portanto não sabemos se será igualmente aprovado”, acrescentou.

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Elsa Moura
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